Esse equipamento é
resultado da evolução dos sistemas
mecânicos de aeração. Seu
princípio de funcionamento é exatamente
o inverso do antigo sistema clássico
de aeração, já que, ao
invés de lançar cortinas do liquido,
ele induz a formação de vácuo
na extremidade da hélice propulsora,
admitindo ar atmosférico que é
então encaminhado através do eixo
vazio.
É um conjunto com três partes principais
importantes:
• Sistema de acionamento
por motor elétrico,
• Sistema mecânico de acoplamento
eixo e hélice,
• Sistema de flutuação.
Motor Elétrico: Assíncromo, trifásico, totalmente fechado, grau de proteção IP-55, isolamento Classe B (130ºc), tensão 220, 380, 440 ou 660 V, freqüência 60 ou 50 Hz, flangeado. Acoplamento Eixo e Hélice: Em aço inox AISI-304 ou outro material sob consulta especial. Sistema de Flutuação: Bóias em fibra de vidro ou polipropileno, e estrutura em aço carbono revestido.
Aplicação: Utilizado principalmente em sistemas de tratamento de águas, esgotos e efluentes industriais que necessitam de mistura, oxigenação, volatilização, etc. É próprio para instalação em tanques de homogeneização, aeração, lagoas de estabilização, etc. Seu sistema de flutuação facilita sobremaneira a instalação, não necessitando de bases ou suportes. A taxa de transferência de oxigênio depende de vários fatores implicantes; atingindo, com água limpa ao nível do mar, 1,2 kg O2/CVh.
O sistema propulsor promove uma boa mistura no meio liquido, introduz altas taxas de transferência de oxigênio, não forma aerosóis (que são extremamente indesejáveis em muitos casos) e principalmente, por ter uma concepção mecânica muito simples, tem custo de manutenção muito baixo, ao contrário do sistema clássico, cujo desgaste de componentes (como bucha, eixo e mancal) desencadeiam problemas mecânicos e elétricos constantes.
Dependendo do seu projeto, temos potências maiores.




